Após júri anulado, mulher que atropelou criança indígena é condenada novamente na Bahia
Tehiana Gomes de Freitas é apontada como responsável pelo atropelamento de Enzo Gabriel Oliveira dos Santos

Foto: Reprodução/Redes Sociais
Tehiana Gomes de Freitas, mulher acusada de atropelar e matar o menino indígena Enzo Gabriel Oliveira dos Santos, de 4 anos, no município baiano de Pau Brasil, foi novamente condenada pelo crime na quarta-feira (4).
A mulher já havia passado por um júri popular pela primeira vez em 2024, três anos após a morte da criança e foi condenada a 13 anos de prisão.
Tehiana ficou 30 dias sob custódia, mas a decisão foi anulada e ela foi liberada para responder pelo crime em liberdade. Na decisão, a Justiça considerou um erro material do juiz e optou por marcar um novo julgamento.
À época do julgamento, indígenas das etnias Pataxó Hãhãhãe, Pataxó e Imboré realizaram um protesto no qual exigiam que o namorado de Tehiana, Renato Santos Rocha, apontado como proprietário e condutor do veículo, fosse responsabilizado pelo assassinato.
No julgamento mais recente, Tehiana foi condenada a 11 anos de prisão, também em regime fechado. Da sessão, realizada na cidade de Camacan, a mulher foi levada ao Conjunto Penal de Itabuna.


