Cabula lidera número de ocorrências de vandalismo contra equipamentos de trânsito em Salvador

Foto: Reprodução/Google Street View
O bairro do Cabula, a região do Centro Histórico, a Avenida Antônio Carlos Magalhães (ACM) e Avenida Mário Leal Ferreira (Bonocô) lideraram o número de ocorrências de interseções viárias vandalizadas em Salvador, no ano de 2025. As ações geraram um prejuízo de aproximadamente R$ 1,1 milhão.
De acordo com o relatório disponibilizado pela Superintendência de Trânsito (Transalvador) ao Farol da Bahia, a maior incidência de danos ocorreu em locais movimentados e com alto fluxo de veículos e pessoas. A Avenida Silveira Martins no Cabula é a via mais citada, com nove notificações.
Em 2025, a Silveira Martins apresentou ocorrências em diferentes trechos, como próximo ao Resgate, a Universidade do Estado da Bahia (UNEB), da Rua Thomaz Gonzaga, em Pernambués, e de comércios como o Atacadão e a Drogaria Drogasil. Logo em seguida aparece a região do Centro Histórico de Salvador com seis intersecções vandalizadas.
Na região do Centro Histórico se destacam as Avenidas Joana Angélica, Politeama de Cima, J.J. Seabra e o Campo Grande próximo ao TCA e ao Viaduto Menininho do Gantois.
Em terceiro lugar aparece a Avenida ACM com cinco intersecções, incluindo locais na Rótula do Abacaxi. Já a Avenida Mário Leal Ferreira (Bonocô) é citada com dois trechos, próximo ao Sam’s Club e ao acesso a Rua Rodolfo Pimentel.
Apesar do número de ocorrências registradas, a Transalvador forneceu dados que indicam uma diminuição nos impactos financeiros no ano de 2025 em comparação com os três anos anteriores. Confira:
2022 - R$ 1.627.419,76
2023 - R$ 1.260.458,29
2024 - R$ 1.392.184,80
2025 - R$ 1.160.011,83


