• Home/
  • Notícias/
  • Bahia/
  • Denúncia de assinatura 'pós-morte' de Carlos Pitta em ata de eleição gera acusações de fraude na Bahia

Denúncia de assinatura 'pós-morte' de Carlos Pitta em ata de eleição gera acusações de fraude na Bahia

Documento consta que Carlos Pitta estava presente e, inclusive, assinou a ata da conferência de eleição

Por Da Redação
Às

Denúncia de assinatura 'pós-morte' de Carlos Pitta em ata de eleição gera acusações de fraude na Bahia

Foto: Divulgação

Uma denúncia de falsificação de assinaturas em documentos internos do partido Rede Sustentabilidade gerou acusações de fraudes em processos partidários em diferentes regiões da Bahia. Entre um dos casos apontados, envolve o nome do falecido cantor e compositor baiano Carlos Pitta (1955-2025), que aparece como signatário em uma lista de presença ligada a uma votação interna realizada após o seu falecimento. 

O documento consta que Carlos Pitta estava presente e, inclusive, assinou a ata da conferência de eleição do partido, datado em 3 de fevereiro de 2025. No entanto, o falecimento foi constatado no mês anterior, no dia 7 de janeiro de 2025, não sendo possível sua participação na conferência. 

Conforme o documento, a reunião contou com um quórum '327 (trezentos e vinte e sete) filiados regulares presentes. Foi realizada uma votação da direção municipal do partido em Salvador, com os nomes eleitos, segundo a denúncia, ligados a deputada federal Heloísa Helena. Além da impossibilidade da presença do cantor na conferência em fevereiro, também há uma divergência na data de desfiliação. 

Segundo a Certidão de Filiação Partidária extraída do sistema FILIA da Justiça Eleitoral, Carlos Pitta só consta como desfiliado em 12 de julho de 2025, seis meses após o falecimento. O próprio documento da Justiça Eleitoral ressalta que possui "presunção apenas relativa de veracidade" e que a regularidade depende de lançamentos feitos pelo próprio partido político. 

Outros dois filiados teriam subscrições falsificadas na conferência do ano passado. Um deles é Valter Cruz, reconhecido como "presidente legítimo" do diretório do partido na capital baiana pelas alas acusam a suposta fraude. 

Além disso, os supostos casos de falsificação de assinaturas e presença irregular nas conferências do partido não seriam limitadas a Salvador, também há casos no interior da Bahia, nos municípios Entre Rios, Uma e Ilhéus. O caso também se estenderia aos estados do Pará, Rio de Janeiro e Amazonas. 
 

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie:redacao@fbcomunicacao.com.br
*Os comentários podem levar até 1 minutos para serem exibidos

Faça seu comentário