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Mauro Vieira é convocado por Comissão de Relações Exteriores para explicar postura do Brasil sobre guerra no Irã

Texto solicitando a convocação foi apresentado pelo deputado federal Rodrigo Valadares

Por Da Redação
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Mauro Vieira é convocado por Comissão de Relações Exteriores para explicar postura do Brasil sobre guerra no Irã

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (Credn) da Câmara dos Deputados aprovou, na tarde desta terça-feira (3), um requerimento para convocação do ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. A intenção é para prestar esclarecimento sobre a “postura adotada pelo governo brasileiro e pelo Itamaraty diante da ação militar realizada pela República Islâmica do Irã contra outras nações do Oriente Médio”.

O texto solicitando a convocação foi apresentado pelo deputado federal Rodrigo Valadares (União Brasil-SE). O parlamentar afirmou que os ataques direcionados à República Islâmica do Irã contra países do Golfo, como Kuwait, Bahrein, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Catar e Jordânia, são considerados graves no cenário internacional atual.

As situações, de acordo com o que foi dito pelo deputado, atingem diretamente a soberania e a integridade territorial de nações reconhecidas pela comunidade internacional e ampliam as tensões em uma região estratégica sob a ótica geopolítica e energética, refletindo na estabilidade regional e na segurança global.

Ainda de acordo com o parlamentar, o Ministério das Relações Exteriores publicou uma nota oficial relacionada aos ataques promovidos por Estados Unidos e Israel contra o Irã, em que demonstrou preocupação com a intensificação do conflito e defendeu a moderação entre os envolvidos. Contudo, até o momento, não ocorreu manifestação clara de condenação às ações atribuídas ao governo iraniano contra países do Golfo.

Rodrigo Valadares ainda destaca que a diferença de posicionamento leva em consideração, questionamentos relacionados a critérios adotados pela diplomacia brasileira, a coerência do discurso oficial e aderência da política externa aos princípios constitucionais que orientam a atuação do Brasil em âmbito internacional.

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