PM morta pelo marido trocou mensagens com amiga sobre ciúmes do companheiro : “Qualquer hora me mata”
A mãe da vítima ainda caracterizou o relacionamento como abusivo e cconturbado.

Foto: Reprodução.
A policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, encontrada morta com um tiro na cabeça no apartamento em que dividia com o marido, o tenente-coronel Polícia Militar Geraldo Leite Rosa Neto, trocou mensagens com uma amiga relatando sobre o ciúmes do marido. As informações foram apresentadas pela defesa da família da vítima.
"Tem que controlar os ciúmes dele. Qualquer hora me mata. Fica cego. Não tenho como controlar o que falam, muito menos o que acham [...]", teria relatado a soldada.
Em depoimento à polícia, a mãe de Gisele descreveu a relação do casal como abusiva e conturbada e o tenente como uma pessoa de comportamento violento e controlador, citando o fato de que a filha era proibida de usar batom, salto alto e perfume e exigências quanto ao cumprimento de tarefas domésticas.
A mulher ainda afirmou que a vítima chegou a receber uma foto do companheiro com uma arma apontada para própria cabeça, após declarar sua intenção de pôr fim ao relacionamento.
Apesar dos familiares da soldada apontarem o relacionamento como abusivo, Geraldo Neto negou as acusações.


