Portuguesa presa em Salvador teria mantido contato com agiota para enviar drogas para a Europa; aponta SSP
Paula Patrícia Moreira Gonçalves foi presa na quarta-feira (1°), no bairro do Arenoso, na capital baiana

Foto: Reprodução/Redes Sociais
Paula Patrícia Moreira Gonçalves, a portuguesa presa em Salvador suspeita de tráfico de drogas em Portugal, é investigada por suposta conexão com um agiota de uma facção criminosa na Bahia. As informações foram divulgadas pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA), na quinta-feira (2).
Conforme detalhado pela pasta, o suspeito, que não teve a identidade revelada, é apontado como braço-direito de uma facção criminosa baiana, que possui relação com uma organização criminosa de São Paulo. A principal linha investigativa da SSP indica que a possível parceria entre o homem e a portuguesa teria o intuito de estabelecer um repasse de drogas para a Europa.
Paula Gonçalves era procurada por tráfico de drogas em Portugal e estava foragida. A mulher foi identificada pela primeira vez no mês de fevereiro, durante celebrações do carnaval. Desde então, equipe de segurança acompanharam o paradeiro da foragida, condenada a 4 anos de prisão pelo crime na cidade de Porto.
Com apoio do Sistema de Reconhecimento Facial, equipes da SSP conseguiram alcançar a mulher, que foi presa na quarta-feira (1°), no bairro do Arenoso, na capital baiana. No momento da prisão, a mulher tinha posse de documento falso, em nome de Elizandra Oliveira.
Após a prisão, a mulher foi levada, com o documento, para a sede da Coordenação de Polícia Interestadual (Polinter), no Centro da capital baiana. Com a prisão, Paula Patrícia deve ser extraditada para o país de origem.


