Projeto inédito transforma shoppings em vitrines de geração de renda para instituições sociais
Quiosque Social oferece espaço gratuito para ampliar visibilidade e fortalecer causas sociais a partir de vendas de produtos artesanais

Foto: Divulgação
Esta semana, o Salvador Shopping e o Salvador Norte Shopping passaram a sediar o Quiosque Social na capital baiana — iniciativa que disponibiliza, de forma totalmente gratuita, espaços nos empreendimentos do Grupo JCPM para que instituições sociais apresentem seus projetos, comercializem produtos e ampliem a visibilidade de suas causas. Toda a renda obtida com as vendas é integralmente revertida para as organizações participantes, fortalecendo a sustentabilidade de suas ações e impulsionando a geração de renda. O projeto é idealizado pelo Instituto João Carlos Paes Mendonça de Compromisso Social (IJCPM).
A estreia do projeto aconteceu na terça-feira, 03 de março, com a Cooperativa Costurando Sonhos que ocupou o Salvador Shopping, no piso L1, próximo ao RedeMix, levando ao público bolsas, mochilas, carteiras, nécessaires e outros acessórios produzidos por mulheres de 50 a 68 anos, sem renda fixa — muitas delas mães solo e chefes de família do bairro de Castelo Branco. Com produtos a partir de R$15, a cooperativa, que integra os projetos sociais da Humana Brasil, encontra no quiosque uma oportunidade estratégica de ampliar vendas e visibilidade.
Já o Centro Público de Economia Solidária (Cesol Salvador Metropolitano I), através da Associação Soteropolitana de Arte e Cultura (Asac), está, a partir desta quinta-feira, 05 de março, no Salvador Norte Shopping, no piso L1, em frente à Vonny Cosméticos, com um portfólio que inclui mandalas, bonecas, mosaicos, roupas bordadas, esculturas afro, peças em madeira e crochê, valorizando a produção da economia solidária local. Os produtos custam a partir de R$8.
“Mais do que ampliar vendas, o projeto fortalece a autonomia financeira das instituições e dá protagonismo a quem transforma realidades todos os dias. Acreditamos em uma forte adesão do público e no potencial de consolidar os quiosques como uma vitrine permanente de impacto social na cidade”, destaca Naiana Laborda, coordenadora de Gestão e Articulação Social do IJCPM.


