Vídeo: Piloto reafirma acusações contra Ciro Nogueira e Antônio Rueda por suposto envolvimento com esquema do PCC
Mauro Caputti Mattosinho cobrou investigação mais aprofundada envolvendo parlamentares

Foto: Divulgação/Redes Sociais
O piloto Mauro Caputti Mattosinho reafirmou, nas redes sociais, na última terça-feira (27), as acusações contra o senador Ciro Nogueira (Progressistas) e o presidente do União Brasil, Antônio Rueda, por suposto envolvimento em esquema criminoso do PCC.
Mauro destacou que, assim como declarou em depoimento à Polícia Federal, Ciro Nogueira foi citado por Roberto Augusto Leme da Silva, conhecido como “Beto Louco”, como destinatário de uma sacola de dinheiro em um voo do qual ele participou. A denúncia foi divulgada no dia 1º de setembro pelo ICL Notícias, quando Mattosinho ainda não havia optado por tornar pública a própria identidade.
Mattosinho trabalhou na empresa de Táxi Aéreo Piracicaba (TAP), onde atuava como piloto de Beto Louco e também de Mohamad Hussein Mourad, o “Primo”. A dupla é apontada pelo Ministério Público de São Paulo e pela Polícia Federal como líder de um esquema criminoso do Primeiro Comando da Capital (PCC), envolvendo a gestão de fundos de investimento na Faria Lima para lavagem de dinheiro do crime organizado e fraudes fiscais bilionárias no setor de combustíveis. Ambos estão foragidos.
A Polícia Federal informou que não possui elementos relacionados ao suposto repasse de dinheiro por integrantes do PCC a Ciro Nogueira.
Antônio Rueda
Em relação ao presidente do União Brasil, Mattosinho reafirmou que o dirigente partidário estaria despejando milhões de dólares na compra de aviões de uma empresa de táxi aéreo, utilizados por integrantes do PCC.
O piloto destacou ao ICL que quatro dos dez jatos executivos da empresa de aviação mencionada pertenceriam ao grupo comandado por Rueda. Em nota oficial, o presidente do União Brasil negou ser proprietário das aeronaves e repudiou qualquer tentativa de vincular seu nome a pessoas investigadas.
Mattosinho cobrou que os dois parlamentares sejam investigados pela Polícia Federal, pelo Parlamento e também pela imprensa.
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