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Após 'Exército do Lula' chegar a 7 milhões de seguidores, Nunes Marques e André Mendonça querem censurar canais de WhatsApp em reta final do segundo turno

Desde a abertura do canal, Bolsonaro entrou com várias representações pedindo ao TSE a derrubada, e conseguiu censurar duas vezes.

Por Da Redação
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Após 'Exército do Lula' chegar a 7 milhões de seguidores, Nunes Marques e André Mendonça querem censurar canais de WhatsApp em reta final do segundo turno

Foto: Reprodução / Redes Sociais

Após o canal “Exército do Lula” passar dos 7 milhões de seguidores na manhã desta quarta-feira (21), o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, e o ministro André Mendonça decidiram censurar todos os canais de WhatsAspp com mais de 200 mil usuários nas 48 horas anteriores à eleição.

A proposta, de autoria de Mendonça, atingiria em cheio o canal de WhatsApp criado pelo deputado André Janones, que tem conseguido mobilizar a esquerda nas redes. Um relatório do próprio TSE apontou que não havia divulgação de notícias falsas no canal.

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A Folha de São Paulo teve acesso à minuta do texto de censura. O texto diz que: "No período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição, aplica-se o disposto no § 11 deste artigo aos canais de transmissão de conteúdo de natureza político-eleitoral com mais de 200.000 (duzentos mil) seguidores", diz o texto. 

A ideia inicial era proibir apenas a criação de novos canais para impedir surgimento de focos de desinformação. Mas, no texto de Mendonça, ficaram proibidos todos os canais.

 

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A decisão equipara os canais de WhatsApp ao uso de inteligência artificial em qualquer publicação, proibido dentro do mesmo período, com a resolução entrando em vigor no momento da publicação.

Desde a abertura do “Exército do Lula”, a campanha de Flávio Bolsonaro entrou com várias representações pedindo ao TSE a derrubada do canal. Nunes Marques chegou a suspender o canal duas vezes.

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