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Caso Master: 'Vamos criar modelo que preserve autonomia do BC', afirma presidente do TCU

Afirmação foi realizada ao comentar críticas de que o TCU estaria tentando "cavar um pênalti"

Por Da Redação
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Caso Master: 'Vamos criar modelo que preserve autonomia do BC', afirma presidente do TCU

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rêgo, disse nesta sexta-feira (9) que se reunirá com o presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, para poder discutir uma forma de regulação que preserve a autonomia do BC. A reunião acontecerá na próxima segunda-feira (12).

A afirmação foi realizada em entrevista ao programa Estúdio i, da Globonews, ao comentar críticas de que o TCU estaria tentando "cavar um pênalti", ou seja, criar uma brecha para que o Master questione judicialmente a liquidação do banco ou retornar as baterias para o Baco Central.

"Semana que vem eu vou estar com o Galípolo pra criar um modelo em que a nossa interrogativa de fiscalização esteja sendo cumprida, e a autonomia do banco esteja preservada, porque o banco tem autonomia sobre todo o mercado financeiro", disse.

Seis dias após autorizar uma inspeção no Banco Central sobre o caso Master, o Tribunal de Contas da União recuou nesta quarta-feira (7) e optou por suspender o processo e o plenário deverá decidir sobre o assunto.

De acordo com Vital do Rêgo, a suspensão foi determinada pois havia um "tensionamento" nas relações entre o BC, o tribunal e o mercado.

Na entrevista, o presidente do tribunal negou que tenha sido um erro a entrada do TCU no processo e disse que não terá reversão na liquidação.

O ministro Vital do Rêgo disse também que o TCU não possui indícios da utilização de recursos da União no Banco Master. De acordo com ele, há interesse público em esclarecer eventuais aportes de fundos de pensão, prefeituras e governos estaduais.

"Ali estão milhares e milhares de pessoas do povo que foram enganadas, fundos de pensão que podem ter feito aportes, prefeituras, governos de estados, mas até agora não chegou [suspeita de dinheiro da União]. O que chegou é dinheiro público, o BRB é um banco público", disse.

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