Essity alerta para risco de lesões causadas por adesivos médicos em pacientes de UTI!

Condição pode comprometer a recuperação hospitalar, especialmente entre pacientes com diabetes, e reforça a importância de protocolos de prevenção e cuidado com a pele

Por Michel Telles
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Essity alerta para risco de lesões causadas por adesivos médicos em pacientes de UTI!

Foto: Divulgação

Em unidades de terapia intensiva, onde pacientes dependem de monitoramento contínuo, dispositivos invasivos e diferentes sistemas de fixação, a integridade da pele também se tornou um ponto de atenção clínica. Nesse contexto, a Essity, líder global em higiene e saúde, alerta para a importância da prevenção das lesões relacionadas ao uso de adesivos médicos, conhecidas como MARSI (Medical Adhesive-Related Skin Injury).

Embora pouco discutidas fora do ambiente hospitalar, as MARSI fazem parte da rotina assistencial em diferentes níveis de cuidado, especialmente em pacientes críticos, que frequentemente precisam de curativos, eletrodos, cateteres e outros dispositivos aderidos à pele por períodos prolongados.

Dados publicados em 2025 na Revista Brasileira de Enfermagem, em estudo multicêntrico conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São João del-Rei em quatro hospitais de três estados brasileiros, apontaram prevalência de 25,9% de lesões de pele relacionadas a adesivos médicos em pacientes internados em UTIs adultas. O levantamento também identificou associação entre as lesões e fatores como número de adesivos utilizados, fixação de acesso venoso periférico e estado nutricional dos pacientes.

As lesões podem incluir descolamento da epiderme, irritações, dermatites de contato e lesões por fricção, comprometendo a integridade cutânea e aumentando o desconforto do paciente durante a internação. Além do impacto clínico, o problema também pode demandar cuidados adicionais das equipes assistenciais e tornar o processo de recuperação mais complexo.

Entre os fatores de atenção para esse tipo de ocorrência estão a fragilidade cutânea de pacientes críticos, a aplicação e remoção frequentes de adesivos médicos e a necessidade constante de fixação de dispositivos durante o tratamento hospitalar. Em pacientes com condições clínicas específicas, como diabetes, os cuidados com a pele exigem acompanhamento ainda mais rigoroso.

“Pacientes em estado crítico, especialmente aqueles com diabetes, apresentam uma pele extremamente frágil. O desconhecimento sobre as MARSI faz com que, muitas vezes, não se escolha o adesivo correto, prolongando o desconforto do paciente. Nossa missão é capacitar as equipes de Saúde para que a seleção do produto de fixação seja baseada em evidências e na vulnerabilidade específica de cada pele”, afirma Natália Barros, Gerente Clínica da Essity Health & Medical Brasil.

Nas UTIs, a fixação de dispositivos médicos faz parte da rotina assistencial. Por isso, cresce a discussão entre profissionais de saúde sobre a necessidade de protocolos preventivos, capacitação das equipes e adoção de tecnologias que contribuam para reduzir danos à pele durante o tratamento hospitalar.

Por meio da marca Leukoplast®, a Essity Health & Medical busca ampliar a conscientização sobre o tema e fortalecer o debate sobre segurança do paciente, cuidado com a pele e boas práticas de fixação médica em ambientes hospitalares.

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