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Bando de Teatro Olodum chega a final do Prêmio Sim à Igualdade Racial 2026

Cerimônia para entrega do prêmio ocorrerá nesta quarta-feira (13), no Rio de Janeiro

Por Da Redação
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Bando de Teatro Olodum chega a final do Prêmio Sim à Igualdade Racial 2026

Foto: Diney Araújo

O Bando de Teatro Olodum foi indicado como finalista ao Prêmio Sim à Igualdade Racial 2026, na categoria Arte em Movimento, Integrante do pilar Cultura. A premiação, que é ofertada pelo Instituto Identidades do Brasil (ID_BR), é reconhecida por valorizar iniciativas que terão equidade racial, diversidade e inclusão através de várias formas de linguagens artísticas.

A categoria Arte em Movimento celebra expressões artísticas, em formatos físicos e digitais, protagonizadas por pessoas negras ou indígenas, que impulsionam reflexões relacionados a pautas étnico-raciais, justiça climática e transformação social. Neste ano, o Bando faz parte de uma lista de finalistas que reúne nomes relevantes e projetos que são pilares da cultura negra e indígena contemporânea.

A cerimônia para entrega do prêmio ocorrerá nesta quarta-feira (13), no Rio de Janeiro, e será exibida no dia 24 de maio, depois do Fantástico, na TV Globo, além do canal oficial da premiação no YouTube. O Bando será representado na cerimônia pelas atrizes Cássia Valle e Valdineia Soriano e os atores Jorge  Washington e Renan Motta.

Com mais de 30 anos de trajetória, o Bando de Teatro Olodum reforça a relevância ao permanecer contribuindo para o teatro brasileiro com uma linguagem própria, agendada para valorização das identidades negras, ao encarar o racismo e pela formação de gerações de artistas comprometidos com a arte engajada.

O Bando de Teatro Olodum foi reconhecido em abril deste ano como Patrimônio Cultural Imaterial de Salvador, através da lei municipal proposta pela Câmara de Vereadores.

Junto com o Bando, concorrem também na categoria nomes e iniciativas de relativo impacto cultural, a exemplo do artista visual Dalton Paula, , com o projeto “O Sertão Negro”; o DJ indígena Eric Terena; o projeto “O Futuro é Ancestral”, liderado por Alok e Devam Bhaskar; a rapper Souto; além do Zumví Arquivo Afro Fotográfico, considerado referência na preservação da memória afro-brasileira.

“Recebemos essa indicação do Bando de Teatro Olodum a este importante prêmio com muita alegria e responsabilidade, pois reconhece a relevância da nossa trajetória, ainda mais ao lado de iniciativas que utilizam a arte como instrumento de transformação social e construção de futuros mais justos, assim como nós acreditamos e nos dedicamos a isso”, disse o ator e produtor, Fábio Santana.

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